4.11.04
Beauty is in the eye of the beholder!
Hoje tive uma conversa complexa, difícil, com um aluno. Falava-se de auto-estima, dos medos que nos atacam, das desvontades de viver, em certos momentos, a vida que nos parece irremediavelmente destinada. Falava-se também de beleza, do que é ser alguém bonito ou interessante, das angústias que começam na adolescência e que, se tudo correr bem, devem ficar na adolescência.
E agora, como mostrar a um adolescente que uma avalanche de dúvidas sentidas por si, como se fosse apenas ele quem as sentisse, foi já sentida por todos nós também, por uns mais que por outros, mas que todos nós já tivemos esses mesmos receios? Que tudo é relativo? Que nada é permanente? Que tudo muda? Como?
