Kommienezuspadt
14.9.04
 
Day 2
came and went. Amanhã day 3. Parece-me que noto diferença nos olhos, ou isso ou é sugestão e uma vontade irrequieta de notar diferença (sigh). O tempo passa rapidamente. São horas e horas ali, mas a conversa e o constante corropio de gente ajuda a fazer passar o tempo. Hoje, 7 horas. Já não tinha posição para estar sentada. Mas parece-me que já noto diferença nos olhos! There's hope!


 
Old words pescadas algures - do tempo...
O hoje de amanhã que prometeste fez-se hoje à tarde. E agora que te disse, vais hesitar se o hoje à tarde de mais logo não se fará amanhã ou nunca.
Vou. Dormir. Que amanhã (hoje) a alvorada é mesmo cedo cedinho cedinho mesmo e eu, eu vou lá estar de manhã, à tarde e, se tiver muita sorte, à noite também! Kidding kidding...!

 
Claude Thebérge
Gosto. Muito.
Vento http://users.ez2.net/kona99/images/lesvoilesenfolie3.jpg.
As cores http://users.ez2.net/kona99/images/femmepromise4.jpg.
Nuvens. http://users.ez2.net/kona99/images/The_sea.jpg
Mar http://users.ez2.net/kona99/images/espoir.jpg.
Asas http://users.ez2.net/kona99/images/xunbeaudimanche4_beautsunday.jpg e, claro,
gatos http://users.ez2.net/kona99/images/Le_Chat_Noir.jpg !


Thank you, Toni.
If you wish to visit Toni's homepage http://users.ez2.net/kona99/default.htm .



 
Turismo de guerra
Vi um documentário no Odisseia acerca deste programa de treino http://www.opshiloh.com/
Que coisa mais esquisita... O que na página até parece, numa leitura diagonal e muitíssimo superficial, minimamente coerente, no documentário era esquisitíssimo... Meia dúzia de pessoas, de diversas profissões, muitas sem qualquer formação militar, a fazerem o que deveria ser um treino sério de preparação anti-terrorista/defesa pessoal, com "os melhores" sic, ou seja com militares e polícia anti-terrorista israelita, mas que mais parecia estarem, de repente, e quase sem se aperceberem disso, num imenso e perigoso improviso .
Fixei uma cena em que, algures nas montanhas, o pequeno grupo de formandos, acompanhados por dois formadores (sim dois, numa zona "cheia de terroristas" sic) montam acampamento e definem um perímetro de segurança. Turnos de vigia escolhidos, cabe a um dos formandos e a um dos formadores fazerem o primeiro turno. O formando, de óculos de visão nocturna, um pouco perdido, dá o braço ao formador que lho oferece para que o primeiro não tropece no escuro. O formador, exausto, quase fechando os olhos, e na falta de "terroristas", resolve improvisar um momento de perigo e desaparece na escuridão. Quando se aproxima, o formando não o vê, mesmo com os ditos óculos postos, apercebendo-se da sua presença, apenas, quando este já se encontra muito perto. "And now?" - diz o formando - "What should I do? Shoot you? You didn't tell me what to do...".
Scary... não andaremos a brincar com coisas sérias?

 
Insónias...
e uma dor de cabeça descomunal. So, what's new, huh?
Desisti de tentar dormir e vim aqui arranjar ainda mais dores de cabeça a olhar para um ecran.
Hoje foram seis horas. Amanhã, who knows. Espero que sejam menos.
Quando desci para me vir embora, tomei um café tirado de uma máquina que dá uns cafés mais ranhosos que sei lá, mas... aquele café soube-me mesmo bem!
Hoje a companhia não foi má e acho que tive sorte desta vez - os semanais são já conhecidos.
One day down, four to go!

10.9.04
 
Medúlla
a ouvir http://www.clearingmusic.com/bjork/catalog/

 
Da hesitação...
Depois de 25 anos, seria de esperar que as hostes já soubessem lidar com as crises que ciclicamente se instalam. Contudo, isso acontece apenas com um número muito reduzido de pessoas, curiosamente.
Regra geral, a crise pura e simplesmente não existe. Aquela reacção natural de perguntar "então, estás melhor?", a que mesmo uma miserável constipação tem direito, não acontece. O que acontece, isso sim, é um silêncio de quem atirou para debaixo do tapete a realidade óbvia de que estou em crise. Telefonemas e conversas conversantes acerca do dia-a-dia das rotinas rotineiras rotinadas, de mil e uma coisas, mas a pergunta simples "então, estás melhor?" nunca surge. Será por timidez? Será por não querer ouvir a resposta "estou na mesma..."´? Será por falta de interesse? Ou será pela incapacidade quase perturbante que as pessoas hoje em dia têm de ouvir alguém nas suas penas e saber dizer uma palavra que seja de conforto e de pacificação?
Quem está em dificuldades não quer ouvir "isso passa" ou "depois do tratamento estás fina" ou "não dramatizes" (esta para mim está no primeiro lugar do top dos comentários mais estapafúrdios). Uma pessoa quer que se interessem pelo que se passa. Uma ou duas perguntas bastam. Mas, pelos vistos, não há tempo, não há interesse ou há uma imensa e inultrapassável dose de hesitação... Pena...

8.9.04
 
Zitat V
Opera in English, is about as sensible as baseball in Italian.
-- H. L. Mencken

 
Zitat IV
I'm desperately trying to figure out why kamikaze pilots wore helmets.
-- Dave Edison

7.9.04
 
Zitat III
When you are courting a nice girl an hour seems like a second. When you sit on a red-hot cinder a second seems like an hour. That's relativity.
-- Albert Einstein

 
Zitat II
Those who lack the courage will always find a philosophy to justify it.
-- Albert Camus

 
Zitat
Three grand essentials to happiness in this life are something to do, something to love, and something to hope for.
-- Joseph Addison

3.9.04
 
Concursos de professores
Sou suspeita, é certo, para poder tecer aqui comentários acerca do concurso de professores, a decorrer há meses, e sem fim à vista.
O que aqui http://www.min-edu.pt/Scripts/ASP/novidades_det.asp?newsID=274 vem escrito, de forma tão ligeira, é sinónimo de, até agora, dois dias passados em vão a tentar aceder à página do Ministério para preencher e enviar o formulário necessário, formulário esse que apenas pode ser entregue electronicamente. Resultado, milhares de pessoas a entupir o site e a total impossibilidade de entregar o maldito formulário.
Great job...

 
Que loucura, que loucura, crianças...
http://www.cnn.com/2004/WORLD/europe/09/03/russia.school/index.html

 
Da escolha da infelicidade
Hoje, uma amiga minha, fez-me uma pergunta que me surpreendeu.
Somos nós que escolhemos a infelicidade?
Curiosa pergunta, esta.
Dando de barato que a felicidade/infelicidade existe, algo que poderíamos contestar, todos achamos que procuramos ter no nosso percurso de vida mais momentos positivos do que negativos.
Contudo, será que, por razões que são inerentes a cada um e, por vezes, não conscientes, algumas pessoas escolhem sistematicamente a infelicidade? Será que, perante a possibilidade de se escolher uma solução, uma situação, uma experiência positiva e motivadora, se escolhe não essa, mas a situação que poderá levar ao descontentamento?
Interessante, esta questão, muito interessante.


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